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João Bosco

João Bosco de Freitas Mucci, mais conhecido como João Bosco, nasceu em Ponte Nova, Minas Gerais, no dia 13 de julho de 1946. Cresceu num ambiente em que a música era parte do seu cotidiano em família. Porém, considerado como “o mineiro mais carioca da música popular” por Francisco Bosco, seu filho, João transborda essas referências em suas canções. O cantor, compositor e violonista possui mais de 40 anos de carreira, com mais de 30 álbuns lançados que compõem um importante legado para a música brasileira. Dentre os discos mais recentes lançados estão “Mano que Zuera” (2017) e “Abricó de Macaco”, lançado ano passado. Seu primeiro parceiro foi Vinícius de Moraes. No Rio de Janeiro conheceu Aldir Blanc, com quem estabeleceu parceria e produziu clássicos como “O Bêbado e a Equilibrista”. Sempre acompanhado de seu violão, Bosco é marcado pela invenção, com arranjos equilibrados entre a forma canção e uma original elaboração instrumental. Com uma produção variada, que vai desde samba, passando por bolero e balada, João Bosco presenteia ainda mais a canção popular brasileira com obras como “Incompatibilidade de Gênios”, “Linha de Passe”, “Coisa Feita”, “Jade”, “Corsário”, “Quando o Amor Acontece” e “Papel Maché”. Assim, o cancioneiro brasileiro agradece e aguarda por mais e mais presentes como estes, em forma de retrato da cultura brasileira.

@joaoboscoreal

Mano a Mano Trio

O Mano a Mano Trio é um grupo de música instrumental formado por Sérgio Albach (clarinete), Glauco Sölter (contrabaixo) e Vina Lacerda (percussão), que apresenta uma formação não usual e de sonoridade peculiar. Desenvolve um trabalho que valoriza a música brasileira, com repertório que reúne clássicos e vertentes modernas da MPB, distinguindo-se pelos arranjos elaborados mesclados à improvisação. Já há alguns anos os músicos vêm fazendo conexões com o cantor e compositor mineiro João Bosco, lançando em 2019 um trabalho com repertório dedicado ao compositor. A gravação contou com a presença do ilustre homenageado João Bosco nas obras Sinhá (Chico Buarque e João Bosco) e Incompatibilidade de Gênios (Aldir Blanc e João Bosco), esta, gravada ao lado de outro ícone, o trombonista Raul de Souza.

@sergioalbach @glaucosolter @vinalacerda

Gabi Guedes

Considerado hoje um dos mais importantes percussionistas do Brasil. Gabi nasceu no Alto do Gantois e com pouco mais de 10 anos iniciou os seus estudos de percussão com os Alabês do Terreiro de Gantois, Vadinho, Hélio e outros. Já tocou com Margareth Menezes, Lazzo, Gerônimo, Raimundo Sodré, Armandinho, Paulo Moura, Hermeto Pascoal. Atuou como percussionista no Corpo de Balé do Teatro Castro Alves criando ritmos e trilhas sonoras para grandes espetáculos da companhia. Sua carreira no exterior iniciou-se com o show de Margareth Menezes, Gerônimo e Orquestra Emília Biancardi. Mais tarde foi convidado pela Casa da Cultura do Mundo, em Berlim, para participar do festival “Percussionale 89”. Na França, em Paris, ministrou cursos de percussão Afro-baiana e publicou, em 1989, o livro “Brésil Afro-Roots”, com transcrições de ritmos do Candomblé. Tocou com Jimmy Cliff em uma parceria que durou nove anos. Participando de turnês mundiais (EUA, Alemanha, França, Japão, Hawai, Taiti, Austrália, Suíça, Itália, e outros). Em 2007 passou quatro meses viajando pela Europa, com Riachão, Mateus Aleluia (Os Tincoãs), Bule-Bule, Raimundo Sodré. Em 2008, aqui no Brasil, acompanhando Paulo Moura e Armandinho, participou da turnê nacional do show "Afro Bossa Nova", homenageando Tom Jobim. Atualmente, Gabi Guedes é o principal percussionista da Orkestra Afro-jazz Rumpilezz, dirigida pelo maestro Letieres Leite; dirige o seu trabalho de música instrumental (PRADARRUM ); é Percussionista da banda base da Jam no MAM (Museu de Arte Moderna ) e ministra aulas e workshops de percussão.

@gabiguedesmusic

Nath Calan

Natali Calandrin Martins é bacharel em Percussão pela Unesp, mestre em performance musical pela Unicamp e atual doutoranda em Performance musical, pela UFMG, dedicada ao estudo da Música cênica. É timpanista atual da OSMS (Orquestra Sinfônica Municipal de Santos) desde 2007, sob a regência de Luís Gustavo Petri. Também é percussionista/timpanista da Bachiana Filarmônica Sesi SP desde 2010, sob a regência de João Carlos Martins. Desde 2012 é convidada para cachê frequentes com a Orquestra Sinfônica Municipal de Campinas e Jazz Sinfônica do estado de SP. Como concertista de música de câmara e de orquestra já tocou em diversos países na Europa e América como EUA, Suíça, Alemanha, Portugal, França, Venezuela e Argentina. A percussionista também realiza extenso trabalho e pesquisa sobre Música Cênica, estilo no qual as artes cênicas e musicais se mesclam. Como docente leciona percussão no Auditório do Ibirapuera desde 2010, até 2017 e com retorno em 2020. E por dois anos foi docente no Guri Santa Marcelina. Ministra oficinas e master class de música cênica em encontros de percussão. Atualmente é integrante dos espetáculos “Crianceiras Manoel de Barros” e “Crianceiras Mário Quintana”.

@nathcalan

Facundo Ferreira

Vindo de família de músicos e multi instrumentista começou seus estudos musicais em percussão clássica no Conservatório Nacional de Buenos Aires López Buchardo. Bolsista da Escola Nacional de Arte e do Instituto Superior de Arte de Havana, Cuba, onde se aprofundou na música afro-cubana. Bolsista em Curitiba, Brasil, Oficina de Música de Curitiba, onde se aprofundou em Música Popular Brasileira. Também fez viagens de estudos ao Peru, com foco na cajón afro-peruano. Estudou com professores argentinos, cubanos e brasileiros. Participou de projetos com artistas como Liliana Herrero, Willy Gonzalez, Ricardo Nolé, Alejandro Manzoni, Memphis la blusera, Soledad Pastorutti, Paz Martinez, entre outros. Atualmente é membro do Grupo Facundo Ferreira, Trio Facundo Ferreira, Facundo Ferreira LA CONSTRUCCIÓN, concerto solo. É professor da Escola Provincial de Arte Leopoldo Marechal do Folckore Percussão, cadeiras de música latino-americanas. Com seu workshop Diversidade Rítmica da América do Sul esteve em diversos encontros e/ou festivais de música por todo o mundo.

@facundoferreiratambor

Andrezza Prodóssimo

Formada em musicoterapia pela FAP - UNESPAR Pós-graduação em Psicopedagogia – Universidade Tuiuti do Paraná Mestranda em Música (Cognição/Educação Musical) - UFPR. É cantora, pianista, percussionista corporal, compositora, fundadora e vocalista do grupo Taque Tique Tá - MPB para Crianças desde 2010 (com o primeiro disco gravado em 2016) e integrante do grupo FATO desde 2018. Atua como professora de musicalização infantil no Centro Cultural Villa-Lobos, pianista do Coral Curumim e desenvolve diversas oficinas em Curitiba de música corporal, onde fez parte do corpo de professores da 37.ª Oficina de Música de Curitiba com o curso “Música Corporal para Educadores Musicais – Proposta para Performance Coletiva”. Atualmente está engajada nos estudos da Música Corporal, iniciado em 2006 com Ronaldo Crispim (Música do Círculo - SP), Rubens Oliveira, Charles Raszl, Keith Terry e aprofundou-se neste trabalho com o fundador do grupo Barbatuques, Fernando Barba.

@andrezza_prodossimo

Thayana Barbosa

Especialista em Canção Popular pela Faculdade Santa Marcelina SP, Licenciada em Música pela Faculdade de Artes do Paraná. É cantora, compositora, arte educadora e instrumentista. Ainda adolescente integrou o nipe de percussão da Orquestra Clássica de Mato Grosso do Sul. Ao mudar- se para Curitiba/PR mergulhou no universo da cultura popular, integrando o grupo Mundaréu por 15 anos. Neste processo descobriu a caixa do divino, hoje seu principal instrumento, junto com a voz. Ao lado do Grupo Mundaréu, a cantora esteve no palco com nomes como Lia de Itamaracá, Mônica Salmaso, Renata Rosa, André Abujamra e grupo A Barca. Participou da gravação do DVD Clara Crocodilo e Metamorfose em 2009, com Arrigo Barnabé e a Orquestra à Base de Sopro de Curitiba, ao lado das cantoras Helena Bel e Daniella Gramani. Em 2014, lançou “Mar de Dentro”, seu primeiro álbum autoral, em 2018, participou do processo de criação coletiva do álbum UMA, do trio homônimo que a cantora integra, ao lado de Nani Barbosa e Janaina Fellini. Em 2021, lançou seu segundo álbum solo autoral “Toda Pele”.

@thayanabarbosaoficial

Marcus Musk

Marcus Musk começou a tocar percussão aos 13 anos, em movimentos Afros de Salvador, onde adquiriu toda sua essência musical. O músico tem como característica sua criatividade e ampla dimensão dos ritmos do mundo. Sua influência musical através dos toques sagrados do terreiro e toda orquestração dos instrumentos percussivos da Bahia, impulsionaram uma grande representação dentro do universo percussivo. Hoje considerado como percussionista de alto nível técnico e experimental, viaja pelo mundo ministrando workshops e divulgando seu trabalho artesanal com os tambores. Aluno do grande mestre africano Doudou Thioune Rose, guardião das tradições orais, um Griô oriundo de duas famílias tradicionais de Dakar no Senegal, Musk passou a desenvolver pesquisas e estudos práticos para embasar a criação de novos ritmos e instrumentos. No convívio intenso com o maestro Doudou Rose o percussionista baiano Marcus Musk pode aprimorar, entender, estudar, pesquisar e criar novos toques, ritmos e música, passando a desenvolver estudos práticos para embasar criações rítmicas, mesclando as influências do Senegal-África a toda identificação da vibrante percussão da Bahia. Destas pesquisas surgiu o grupo Atabasabar. Além do trabalho musical Musk é um importante luthier de instrumentos, responsável pelo desenvolvimento do tambor Atabasabar.

@marcusmusk

AIMEC

A AIMEC (Academia Internacional de Música Eletrônica) é a maior rede de escolas de DJs do país, com 8 (oito) escolas espalhadas pelo Brasil, e uma unidade na Europa, na cidade de Lisboa, Portugal. A escola foi diversas vezes votada pelos profissionais do mercado (embaixadores do RMC) como a melhor escola de DJ/Produtor na premiação realizada pela conferência mundial de música eletrônica, Rio Music Conference. Mairoes informações acesse www.aimec.com.br

Para a 4º edição do FIP Curitiba a AIMEC promove uma mesa com Bry Ortega, Marcelo Vig e Rafael Araújo.

Bry Ortega

Influenciado pelo pai cresceu ouvindo clássicos do Rock, Jazz, Acid Jazz, Soul, R&B, Black Music e várias vertentes da House Music. Estudou diversos instrumentos até encontrar na Bateria e percussão uma grande afinidade. Sua vida artística iniciou aos 13 anos como baterista. Realizou grandes shows e turnês além de registrar suas linhas de bateria em gravações para grandes artistas. A junção com música eletrônica ganhou um espaço especial na interpretação musical como produtor, agregando suas técnicas como baterista e produtor em suas apresentações e performances dentro do formato LIVE. Sua performance está completamente ligada com a interação da pista, transmitindo significativamente sua essência para o público, remetendo uma proposta enérgica instigando os amantes da música com uma musicalidade marcante e expressiva.

@bry_ortega

Marcelo Vig

Carioca da gema e Londrino por afinidade, Vig viveu durante muitos anos entre Rio e Londres, optando por ficar no Rio. Como baterista, Vig já trabalhou com grandes nomes dos dois lados do Atlântico como: Eminem, Avril Lavigne, Will Smith (TV Sessions), Kelly Rowland (Destiny’s Child), Stacie Orrico, Bishi, Cass Fox, Jason Donovan, Shakin’ Stevens, Debbie Bonham e Patrick Wolf, aclamado artista Britânico com quem rodou o mundo tendo tocado em diversos festivais e com quem também abriu a turnê Americana de Amy Winehouse em 2007. No Brasil já gravou com Gilberto Gil, Lenine, Roberta Sá, Pedro Luis, Zé Renato entre outros. Já tocou/toca com Lobão , Marcelo Bonfá (Legião Urbana), Léo Jaime, Pedro Luis, Alexia Bomtempo, Ritchie, Julia Bosco, Vulgue Tostoi, Letuce, Marina Lima entre vários outros.Atualmente integra a banda de Gabriel Moura. No final de 2014 lançou seu primeiro Album solo “Om’Dub” e em 2016 lançou o EP “Solarize” No Rio tem seu projeto Computambor em parceria com Marcos Suzano, onde já abriram o show do renomado músico Britânico Bonobo.

@marcelo.vig

Rafael Araujo

Sócio-fundador da AIMEC (Academia Internacional de Música Eletrônica) é DJ e produtor musical nascido em Curitiba. Dono de selos fonográficos, núcleo de eventos, websites comunitários, programas de rádio e diversos projetos voltados à área musical. É um dos pioneiros na cena eletrônica do sul do Brasil, tendo tocado como DJ pelo país inteiro e também turnês pela Europa, América do Sul e Estados Unidos. Com a AIMEC, elevou a escola para se transformar na maior rede de escola para DJs do Brasil, hoje com 9 unidades da academia, 8 no Brasil e 1 em Portugal. Rafael Araujo é um empreendedor da música e da cultura musical independente, conhecendo o mercado como ninguém e acumulando centenas de realizações em seus mais de 20 anos de estrada. Tem orientado e aconselhado inúmeros projetos de sucesso da cena musical brasileira.

@djraraujo

Badi Assad

Artista de múltiplos talentos, Badi Assad é cantora, violonista, compositora e escritora. Com mais de 14 CDs lançados, ’Rhythms’ recebeu prêmio de melhor disco pela Guitar Player (US); Wonderland entrou na lista dos 100 melhores álbuns do ano pela BBC de Londres; ‘Amor e Outras Manias Crônicas’ a rendeu o prêmio de melhor compositora pela APCA; Foi listada pela Rolling Stones (BR) entre os 70 mestres violonistas brasileiros de toda a história; Sua canção ‘Pega no Coco’ ganhou o 1º lugar no ‘USA International Songwriting Competition’, na categoria World Music. Lançou o disco infantil ‘Cantos de Casa’ (troféu Cata-Vento); Escreveu o livro ‘Volta ao Mundo em 80 Artistas’; o filme ‘Badi’ ganhou como melhor documentário no ‘LA Brazil Film Festival’.

@badiassad

Priscila Brigante

Natural de São Carlos-SP onde iniciou sua carreira em 1995 tocando bateria. Estudou bateria e percussão popular no Conservatório de Tatuí, de 1998 a 2002. No mesmo período, cursou bateria na ULM, com o renomado baterista e compositor Nenê. Participou da Orquestra Orgânica e Performática, composta e regida por Stênio Mendes e Fernando Barba (Barbatuques) na ULM Brooklin/SP, onde teve oportunidade de pesquisar conceitos de música orgânica e percussão corporal. Pesquisadora de ritmos brasileiros, música experimental e pop, colaborou em trabalhos de Renato Teixeira, Craca e Dani Nega, Belchior, Alzira E, Pena Branca, Metá Metá, Chico Saraiva e Dércio Marques, entre muitos outros, além de participar de tourneés internacionais (Europa e Estados Unidos) do músico paraibano Chico César. Integra o septeto Música de Montagem e Jazzmin`s Big Band.

@brigantepriscila

Denis Mariano

Denis Mariano é baterista e percussionista atuante em Curitiba, começou seus estudos musicais em 1996 e toca profissionalmente desde 2000. De lá pra cá já foi requisitado para diversos shows e gravações. É integrante do grupo Rosa Armorial e da Orquestra à Base de Sopros de Curitiba. Em 2017 lançou o livro/dvd/cd Percuteria e em 2018 o disco Brisk, com seu quinteto.

@denisdacida

Luis Rolim

Nascido em Curitiba, é percussionista autodidata e iniciou seus estudos de bateria aos 15 anos, passando pelo Conservatório de MPB de Curitiba e assistindo aulas com renomados artistas como Kenwood Dennard, Carlos Bala, Kiko Freitas e Wilson das Neves. Em sua carreira esteve ao lado de Zeca Baleiro, Paulinho da Viola, Elza Soares, Tia Surica da Portela, Nilze Carvalho, Dominguinhos, Gilson Peranzzetta, Carlinhos Vergueiro, Borghetinho, Carlos Malta, Raul de Souza, Maria Rita, Letieres Leite, Toninho Ferragutti, Martinho da Vila entre outros. Realizou turnê pela Europa com apresentações e workshops na Espanha, Holanda, França, Suíça e Alemanha. Atualmente faz parte da Orquestra à Base de Cordas, Orquestra à Base de Sopros, Sapato Furado Orquestra de Gafieira e Daniel Migliavacca Quarteto.

@luisrolimperc

Jean Felipe Pscheidt

Jean Felipe Pscheidt é baterista e educador musical. Possui Doutorado em música pela Universidade Federal do Paraná (UFPR) e atua como professor colaborador da UNESPAR Campus I – Embap. É autor do livro “Ser e tornar-se um baterista profissional: uma análise a partir do modelo Snowball Self” e atualmente desenvolve pesquisas sobre a criatividade musical e tecnologia com o foco no ensino da bateria e educação musical. Resumo da fala: A criatividade musical pode ser ensinada? Como estimular um contexto de prática musical que explore a criatividade no ensino da bateria? Essas questões serão discutidas considerando as pesquisas conduzidas no campo da criatividade e da interação musical reflexiva no ensino de bateria. Assim, essa fala abre espaço para uma conversa sobre o significado da criatividade e as implicações práticas para o ensino de instrumento.

@jeanfelipepscheidt

Flávio Veloso

Flávio Veloso é percussionista, educador musical e pesquisador. No momento, atua como professor nos cursos de Música da PUCPR e na Licenciatura em Música da Unespar/Embap. É doutorando e mestre em Música (UFPR). Seus interesses profissionais e investigativos concentram-se na prática e aprendizagem instrumental, com o foco nos aspectos motivacionais do processo de estudo e na construção da performance em contextos individuais e coletivos. Resumo da fala: O engajamento no processo de estudo instrumental por meio da autorregulação tem se destacado como um aspecto central na formação de performers. Nessa visão, a prática instrumental requer a mobilização de diferentes estratégias de estudo, a manutenção dos fatores motivacionais que garantirão o envolvimento com a aprendizagem musical e a capacidade de planejar, monitorar e avaliar o próprio desempenho. Partindo destes pressupostos, nesse bate-papo serão apresentados os resultados de investigações a respeito da aprendizagem autorregulada de percussionistas, visando reflexões sobre como estes instrumentistas podem melhorar os seus desempenhos nas práticas individuais (solo) e coletivas (música de câmara).

@flaviodenis

Coletivo Nós em Traço

O Coletivo Nós em Traço é a materialização do desejo de 4 (quatro) mulheres/mães/artistas que acreditam na arte e no seu potencial de modificar, sensibilizar e mostrar caminhos extraordinários. O Coletivo trabalha na intersecção das linguagens da dança e das artes visuais propondo interações pedagógicas artísticas em arte e educação e tem como público principal as crianças. Na infância, o exercício de investigação livre e criativa é uma potente ferramenta para formar repertório de movimentos e sensações essenciais para a construção da capacidade de elaborar o mundo. Nosso trabalho está pautado na dinâmica interativa de desenhos de plataformas lúdicas para o livre aprender e apreciar a arte através da dança, do traço, do registro e do movimento.

@nos_em_traco @alessandralange @patriciamachadomove

Fanta Konate

Fanta Konatê é cantora, bailarina e compositora Guineana, filha do Mestre Djembefolá Famoudou Konatê possui uma voz com a beleza e força da África Oeste. Sua família é uma das mais representativas da arte tradicional Malinkê, da Região do Hamaná, nas savanas da Guiné, onde surgiram o tambor Djembê e a música dos DJELÍS (Griôs). A música composta por Fanta Konatê tem forte influência do jazz do Oeste Africano, preservando os tambores e ritmos ancestrais. Acompanhada pela Troupe Djembedon, combina djembês, dununs, Ntamas com guitarra, violão, sax e bateria Simmons, em diferentes dinâmicas de melodias ancestrais a danças virtuosas. Fanta dá vida às suas composições que tratam de temas sociais atuais, da África no Mundo, da dinâmica das aldeias , cidades e reflexões para o ser humano. Frequentemente ministra Shows, Oficinas de Dança,e Palestras sobre a cultura Mandén. É fundadora da ONG Instituto África Viva que foca em promover a educação e ações de desenvolvimento humano sustentável.

@fanta_konate

Mônica Millet

Compositora, Produtora Cultural, Diretora Musical, Arranjadora, Ativista Cultural da Cultura Popular Afro Brasileira. Musicista de grandes nomes da MPB como Gilberto Gil, Caetano Veloso, Maria Bethânia, Gal Costa e Marisa Monte. Internacionalmente gravou e fez turnê com Billy Cobhan, Larry Corel e Shizuoka. Diretora Musical do grupo de dança da UFBA - ODUNDÊ fazendo turnê pela Europa, França, Espanha, Portugal, Alemanha e Suíça. Ativista cultural e pesquisadora da cultura popular Afro Brasileira com a criação da banda ÉGBÁ sendo educadora musical na escola de música afro-brasileira. Participou do Percpan 2009 homenageando os alabês da Bahia; Globo de Ouro 30 anos de axé 2015 e Cerimônia da Tocha Olímpica 2016; Participou do Percpan 2009 homenageando os alabês da Bahia; Globo de Ouro 30 anos de axé 2015 e Cerimônia da Tocha Olímpica 2016; Mestra de Atabaques no projeto Mestras do Saber 2017/2019; Workshop com participação Especial no Iluobademin (grupo composto por 400 mulheres que tocam tambor) no carnaval 2019; Homenageada do Yakurinxirê: Festival Percussivo de Mulheres 2019. (Cachoeira-BA) Troféu UAJAMAA 2020 , honraria do Olodum. Idealizadora do Grupo Feminino de Atabaques TamboraAyó

@monicamilletoficial

Pandeirada Orquestra Convida Tamima Brasil, Clarice Magalhães, Wive Melo e Bernardo Aguiar

Pandeirada Orquestra é um projeto dedicado ao ensino da música e da percussão brasileira. Formado por estudantes de música do professor Vina Lacerda, o projeto nasceu no período de confinamento imposto pela pandemia do COVID-19. O Pandeirada Orquestra ainda não conseguiu viabilizar um encontro fora das plataformas de interação via web, ou seja, nunca fez um único ensaio presencial. Dirigida pelo músico Vina Lacerda, a orquestra pretende trabalhar o repertório presente no cancioneiro popular e os diversos ritmos brasileiros.

Para esta edição do FIP Curitiba, o projeto promove uma mesa com alguns dos maiores representantes do pandeiro no Brasil, com trabalhos que focam a ideia do Pandeirada Orquestra. Participam da mesa Tamima Brasil, Clarice Magalhães, Wive Melo e Bernardo Aguiar.

Tamima Brasil

Tamima Brasil é baterista, percussionista, luthier e arte-educadora. Natural de de Salvador faz parte de uma tradicional família de músicos baianos e desde criança começou a tocar de forma autodidata. Como luthier se distingue pela inovação na construção do pandeiro, estabelecendo uma nova forma de conceber a sonoridade deste instrumento. Em 2012, juntamente com seu irmão Yago Avelar, criou e dirigiu a Orquestra de Pandeiros de Itapuã, um projeto de formação profissionalizante em Salvador. Como baterista e percussionista, gravou e atuou com Cássia Eller, Caetano Veloso, Gilberto Gil, Letieres Leite, Naná Vasconcelos, Carlinhos Brown e outros. Participou de importantes festivais nacionais e internacionais, como Montreaux Jazz Festival, Rock in Rio, Percpan e NAFDA Festival. Atualmente trabalha como arte-educadora nos seus projetos pessoais e desenvolve um projeto autoral "Eletá” com a cantora espanhola Elena Diz.

@tamimabrasil

Clarice

Natural do Rio de Janeiro, Clarice começou a tocar pandeiro aos 16 anos. Foi aluna de Marcos Suzano, percussionista que revolucionou o pandeiro brasileiro. Nas rodas de samba e choro que movimentaram o bairro da Lapa nos anos 2000, integrou o grupo instrumental Choro na Feira, lançando 4 álbuns. Em 2009, lançou um CD como cantora pela gravadora Cedro Rosa. Desde 2010 é professora de pandeiro na escola de percussão Maracatu Brasil. Lá, criou e rege a orquestra de pandeiros Tum Tá Que Tá, formada por seus alunos. Pós-Graduada em Música pela UNIRIO.

@clapandeiro

Bernardo Aguiar

Nascido em 1984, o músico, produtor musical, professor e pesquisador, desde criança se interessou pelo universo das baterias de escola de samba. Aos 13 anos era solista da orquestra de pandeiros pandemonium e aos 17 passou a integrar o grupo pife muderno, liderado por carlos malta. Em 2009 o músico fundou, com Gabriel Policarpo, o pandeiro repique duo (prd), um duo de percussão, que percorre o mundo levando a universalidade rítmica extraída de suas influências regionais. Bernardo Aguiar foi convidado especial da banda norte-americana Snarky Puppy em seu projeto “Family Dinner 2”, em que atuou ao lado de grandes nomes da música do mundo como Chris Turner, Suzana Baca e Salif Keita. Já levou sua arte para o Carnegie Hall, Juilliard School of Music, Forbidden City Concert Hall. Já colaborou com grandes referências da música do Brasil e do mundo como Guinga, Marcos Suzano, O Rappa, Jaques Morelenbaum, Yamandú Costa, Hamilton de Holanda, Aline Paes, Roberta Sá e Jacob Collier.

@ritmoaguiarbernardo

Wive Melo e As Empandeiradas!

As Empandeiradas é uma orquestra de pandeiro feminina formada por alunas de Wive Melo do projeto O Pulso e a Pele, pandeiroterapia. A orquestra nasceu à partir da necessidade de Wive capacitar suas alunas com seus pandeiros e suas expressões individuais. Através da prática de banda, as alunas se expressam e se empoderam basicamente com o pandeiro, outros instrumentos percussivos, o canto, a arte e a música. Construindo um trabalho musical e uma identidade artística com encontros semanais, ensaios e apresentações.

Mulheres que não se conheciam entre si, mulheres de diferentes faixas etárias, diferentes histórias de vida, diferentes níveis sociais se unem com harmonia, respeito e sororidade. Se encontram semanalmente para o desenvolvimento desse belo e fundamental projeto musical.

No repertório bastante percussivo, podemos encontrar músicas brasileiras, músicas regionais e músicas autorais de Wive Melo. Numa expressão bem raiz, bem percussiva, visceral e bastante feminina.

@wivemelo

LaPercuTório

LaPercutório é um projeto de pesquisa e performance em música que procura, através do intercâmbio entre músicos, propor uma abordagem da música através da percussão. Criado em 2018 com o intuito de difundir esta linguagem musical, se organiza como um coletivo de artistas curitibanos envolvidos com o ensino, a performance e a pesquisa em música. Com repertório totalmente sui generis, o projeto apresenta uma abordagem musical que dialoga com elementos viscerais da música popular e ornamentos da música moderna, interpretando obras de compositores de renome e composições de integrantes do grupo. O grupo é formado por Vina Lacerda, Leonardo Gorosito, Luis Fernando Diogo, Vinicius Portes, Bruno Oliveira e Luis Rolim.

@vinalacerda @gorositoleonardo @oliveirabrunosph @luisrolimperc @luisfernandodiogo @portes_vinicius

Vina Lacerda

É Bacharelado em Percussão e especializado em docência pela EMBAP (Escola de Música e Belas Artes do Paraná, mestre e doutorando em educação musical pela UFPR (Universidade Federal do Paraná). Professor da Universidade Estadual do Paraná - UNESPAR - Campus II - FAP. Atua também como professor do curso de percussão popular no Conservatório de MPB de Curitiba. Tem experiência na área de Artes, com ênfase em Música, atuando principalmente como músico, professor e produtor cultural. Desenvolve pesquisa sobre o ensino de música e percussão brasileira. É autor dos materiais "Pandeirada Brasileira", "Pandeirada Brasileira Pocket Editon" , "Instrumentos e Ritmos Brasileiros Vol. I" , "Instrumentos e Ritmos Brasileiros Vol. II" e "Ritmos Brasileiros para Cajón". Ainda na área de educação musical, desenvolveu aplicativos (APPs) disponibilizados em plataformas IOS e ANDROID intitulados Percussion Brazil vol I, Percussion Brazil vol.II , Pandeiro Brazil e Cajón Brazil. Como músico e/ou professor participou de importantes festivais de música no Brasil, Ámérica Latina, Estados Unidos e Europa com destaque para as apresentações no Royal College of Music em Londres e no PASIC 2010, New York University, Stony Brook University e Juliard School nos USA. Atuou com diversos artistas de renome em projetos com artistas locais e internacionais. Trabalhou com a Camerata Antigua de Curitiba. Foi artista convidado da companhia suíça de música contemporânea ”We Spoke: New Music Company“ em diversas turnês pelo Brasil, américa Latina e Europa. Atuou em dezenas de discos e na produção de trilha sonora para teatro , cinema e publicidade. É integrante do grupo “Mano a Mano Trio”, diretor do grupo de percussão LaPercuTório idealizador do projeto educacional Pandeirada Orquestra.

@vinalacerda www.vinalacerda.com.br
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